"On the Road"

Kristen, 23 de maio (Wrap.com) – Stewart deixa “Crepúsculo” muito prá trás numa atuação sexy e aventureria em “Na Estrada”, baseada na icônica novela de Jack Kerouac, onde ela “forçou-se duramente”, ela contou a mídia no Festival de Cannes na quarta-feira.

No filme dirigido por Walter Salles (Diário de uma Motocicleta) Stewart aparece em topless e quase que totalmente nua em várias cenas. Ela representa Marylou, a mulher de um dos escritores que se une a eles em suas aventuras na estrada.

Numa cena particulamente atrevida, ela está sentada em frente do carro entre Kerouac-personagem Sal Paradise (Sam Riley) e seu marido Dean Moriarty (Garrett Hedlund). Filmado de trás, todos os três estão em topless, implicando que que estão todos nus.
“Eu queria fazer isto”, ela disse quando perguntada sobre o assunto na conferência de imprensa. “Eu adoro me forçar, adoro assustar a mim mesma.”

O diretor brasileiro Walter Salles passou oito anos tentando trazer a prosa livre de Kerouac para a tela, atravessando os EUA por mais de 60,000 millas.

É um filme que Kerouac mesmo tentou fazer em 1957, quando ele escreveu uma carta a Marlon Brando implorando que ele comprasse seu livro e representasse o personagem de Dean Moriarty, baseado no legendário Neal Cassady, antagônico a ele.

“Na Estrada” de Kerouac foi uma das primeiras expressões desenfreadas da rebelde cultura jovem na America pos-guerra. As “Beats” (batidas) – com Allen Ginsberg e Kerouac como seus líderes – construiram o caminho para a rebelião cultural que veio no final do século.

O filme é atmosférico em vez de ser um enredo conduzido, apresentando intermináveis cenas lânguidas de pessoas fumando, Paradise sentado na sua máquina de escrever e Paradise abraçando seu camarada Moriarty.

Salles explicou na conferência de imprensa que ele organizou um camping de um mês para o elenco em Montreal em 2010, para que as estrelas de vinte e poucos anos se familiarizassem com esta geração, um tempo tão desconhecido para eles como a era Eduardiana.

Porém, uma vez que os 30 e poucos anos que se passaram desde que Francis Ford Coppola comprou os direitos autorais em 1978, o acampamento não era apenas uma idéia inteligente, era necessária.

A normalmente truculenta Stewart, que desempenha o papel da exuberante aventureira sexual Marylou, falava apaixonadamente sobre a experiência.

Como seus co-stars Riley e Hedlund, ela estava tão comprometida com o filme que eles concodaram em continuarem mesmo depois da produção ter se atrasado por vários anos.

“Tudo começou em Montreal” ela disse. “Eu geralmente sou consciente sobre andar por aí pela cidade com o meu rosto exposto. Mas eu vivi mais nestas quatro semanas do que geralmente na minha vida”.

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